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Troféu Literário 2016: Os “mais” e as metas

Finalmente, chegamos ao último post do Troféu Literário 2016! Hoje vamos conversar sobre as leituras mais fáceis, difíceis, rápidas e demoradas.

A leitura mais difícil: “Precisamos Falar Sobre o Kevin”, Lionel Shriver

Esse foi o ano com mais leituras de todas a minha vida. Cheguei a calcular minha velocidade de leitura em 60 páginas por hora, caso mantenha a concentração. Mas Precisamos Falar Sobre o Kevin foi um livro de embrulhar o estômago, de precisar colocar de lado e respirar fundo, de engolir o choro dentro do ônibus. Só me lembro de uma leitura tão difícil e ao mesmo tempo tão compensadora com Ensaio Sobre a Cegueira.

A leitura mais fácil: Stephen King

2016 me trouxe um autor que tranquilamente entrou no hall dos meus favoritos! Esse ano li Sobre a Escrita, O Iluminado, Misery, Quatro Estações, O PistoleiroChristine e It – A Coisa, além de Coração Assombrado, a biografia do Stephen King. Sem dúvida nenhuma o cara é um mestre na arte da escrita e da conquista do leitor.

O livro que li mais rápido: “Hiroshima”, John Hersey

Fiz algumas leituras em 24h este ano, mas colocando num gráfico tempo de leitura x número de páginas, a leitura mais rápida deve ter sido de Hiroshima, um fantástico livro-reportagem com sobreviventes da bomba atômica.

O livro que mais demorei para ler: “O Senhor dos Anéis”, J. R. R. Tolkien

Esse daí me acompanhou o ano todo! O meu primeiro desafio literário para 2016 foi ler Tolkien, mais precisamente O Senhor dos Anéis. Comecei bem e li A Sociedade do Anel em janeiro, mas fui achando outras coisas pra ler e só lembrei d’As Duas Torres em junho! E o coitado d’O Retorno do Rei só foi lido em dezembro. Um ano inteiro de Terra-Média, anéis de poder, hobbits e orcs.

E por fim…

Em 2016, minha meta era ler 52 livros e terminei o ano com 69 leituras. Não estou contando os quadrinhos; se contar, o número sobe para 77.
Para 2017, minha meta é ler 52 livros.

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